Mai 10

LABRE RN – Administração de PS7DX, Ed

Relatório e balancetes da LABRE/RN administração PS7DX,

período 02/10/2002 a 03/01/2007

“Faci quod potui, faciant meliora potents.”

Toda a adminstração foi pautada na honestidade, na trnsparência e colocando Leia o resto »

Mai 09

NDG Contest

Edição de Junho (PSK125) – Edição de Dezembro (PSK63)

 

Mai 09

Dia do Radioamador brasileiro

Dia do Radioamador Brasileiro – 05 de Novembro

CINCO_NOVEMBRO

Mai 09

Cartão QSL

 

CARTÃO QSL

Prezados colegas, quando iniciamos o “pagamento” cartões QSL, referentes ás várias expedições que realizamos nos faróis do RN, podemos verificar, que alguns QSL recebidos, foram preenchidos incorretamente, provavelmente por falta de prática ou por desconhecimento.

O cartão QSL, cortesia final de um QSO, além de servir para confirmar o próprio QSO, serve também para aquele que o recebe, solicitar diplomas patrocinados por associações de radioamadores das mais diversas partes do mundo. Os diplomas que nos referimos acima, não são aqueles diplomas emitidos pela própria expedição, muito comum nos eventos patrocinados por grupos da Faixa do Cidadão, chamados de “conteste”. As expedições de radioamadores, normalmente, não emitem diplomas, apenas o cartão QSL. Os diplomas que nos referimos, são aqueles que o radioamador precisa cumprir um determinado regulamento, para ter direito a requisita-lo, por exemplo, o diploma WAB LABRE

Dos vários diplomas existentes no Brasil, muitos podem ser solicitados com o uso do seu cartão QSL, porém, para isso, seu cartão QSL deve estar corretamente preenchido se não, ele não será aceito pelo patrocinador.

Nada mais desagradável, do que receber um QSL preenchido incorretamente, principalmente quando este QSL é muito esperado, exatamente por ser o que completaria a tarefa para solicitar um determinado diploma.

Unicamente com o objetivo de ajudar nossos colegas iniciantes no nosso hobby, simpatizantes a troca de cartão QSL, vamos falar um pouco sobre o seu preenchimento, para que eles não percam sua validade e possam fazer a alegria daqueles que curtem e colecionam diplomas.

A explanação aqui apresentada, é fruto apenas do aprendizado com outros colegas mais experientes e a prática neste poucos anos como radioamador.

Os campos básicos, comuns, que um cartão QSL deve possuir são os seguintes:

INDICATIVO, DATA, UTC, MHZ, 2 WAY e RST.

Vamos comentá-los, um a um .

INDICATIVO – aqui você coloca o indicativo da estação que você trabalhou. Observe que se você trabalhou PX7ZZ, expedição ao Farol Santo Alberto, coloque este indicativo. Isto não impede que você mande também outro cartão QSL, para o operador que falou com você, naquela ocasião

Note que PX7ZZ, é um indicativo especial, com um prefixo também especial (PX7), válido para vários diplomas, principalmente o WPX, um dos mais famosos e cobiçados.

Lembramos que um indicativo usual no RN é formado pelo prefixo (PS7) mais o sufixo (ZZ). Como você pode notar, cada estado brasileiro tem seu prefixo. Rio de janeiro – PY1, São Paulo – PY2, Ceará – PT7, além de PU existentes em cada um deles. As letras que os seguem, são aquelas que identificam o radioamador em seu estado. PS7 existem muitos mais PS7DX, só existe um.

DATA – Como o próprio campo já diz, aqui você lança a data do QSO. Como existem vários formatos de data, (é comum o americano usar a seqüência mês/dia/ano), para que não haja confusão, quando fizer seu cartão QSL, faça-o já com este campo subdividido em dia, mês e ano. Outra forma de lançar a data para que não haja dúvida, é colocar o mês em algarismo romano.

UTC – Este é o campo destinado ao horário do QSO. Habitue-se a utilizar o horário UTC. Como estamos no horário de verão aqui no nordeste, some duas horas a sua hora local e pronto, você terá o horário UTC. Quando terminar o horário verão a diferença passará ser de três horas.

Este procedimento, possibilita que um QSO realizado com qualquer colega, de qualquer parte do mundo, seja registrado nos livros registros de cada um , no mesmo horário, facilitando a sua localização e identificação. Não se preocupe com a diferença que possa ocorrer nos minutos, sua variação é mínima e não tem influência na validade do seu cartão QSL, ele só não pode estar rasurado

MHZ – Aqui você coloca, a freqüência. Se o QSO foi em quarenta metros, coloque apenas “7” , se foi em 10 metros, coloque apenas “28” e assim por diante.

2 WAY – Neste campo, você coloca o meio utilizado no QSO. Pode ser Fonia, CW, RTTY, SSTV, etc. Se o QSO for em SSB, você pode colocar SSB, porém o usual internacionalmente é a sigla J3E. Se for em CW, você pode colocar CW, porém o usual internacionalmente é A1A, e assim por diante. Todas estas siglas, estão na nossa conhecida Norma 31/94, que fala sobre radioamadorismo.

RS e RST – Aqui você deve lançar a reportagem de sinal, como você copiou o colega. Em fonia, usamos normalmente apenas dois algarismos para expressar-mos o RS e o maior sinal é 59 (cinco nove). Em CW usamos três algarismos para expressar-mos o RST e o maior sinal é 599 (cinco nove nove).

Diariamente, estamos dando reportagens de sinal aos nossos colegas, ou ouvindo nossos colegas dizendo que recebe cinco nove ou cinco nove mais vinte etc. Quando você dá uma reportagem, você sabe sobre o que está falando ?? veja o que significa cada uma destas letras.

R – READIBILITY (INTELIGIBILIDADE) VARIA DE 1 ATÉ 5

S – STRENGHT – (INTENSIDADE DO SINAL) VARIA DE 1 ATÉ 9

T TONE (TOM – UTILZADO SOMENTE EM CW) VARIA DE 1 ATÉ 9

A reportagem de sinal, quando é dada com convicção, ajuda o colega a avaliar seu equipamento/antenas, propagação etc e identificar um possível problema no sua estação.

Como exemplo, certa vez, recebi uma reportagem de um colega da França, em CW, de 597. Fiquei preocupado e pedi para confirmar e ele confirmou, 597.

Esta reportagem, com a tonalidade é 7, dizia que meu sinal não estava totalmente limpo. Fui verificar e vi que a fonte de alimentação que estava usando, não estava suportando a potência que estava irradiando. Eu estava “piando”. Eu tinha que trocar de fonte ou diminuir a potência do rádio.

Além destas informações básicas, você pode colocar no seu cartão QSL, algumas informações adicionais que podem auxiliar o colega na conquista de alguns diplomas, como por exemplo: Zona CQ, Zona ITU, CEP, Grid Locator, além do seu nome.

Quando seu cartão QSL está sendo manuseado entre milhares de outros pelo pessoal do bureau e surgir virado, o verso, a pessoa que estiver fazendo este serviço de separar entre os mais diversos países, terá que olhar do outro lado, para ver a quem ele se destina, por isso, é importante que você coloque também o indicativo do destinatário no verso. O pessoal do bureau agradece.

Outro detalhe, o cartão QSL tem um padrão de tamanho e peso que dever ser respeitado, se não, ele poderá ter sua tramitação recusada pelo bureau.

O tamanho padrão é 9 x 14 cm com gramatura máxima de 150 gramas por cm² (gramatura é o pêso)

O SASE é um envelope auto-endereçado e selado, assunto abordado no nosso QTC anterior.

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PS7DX – Ed (atualizado em 28/11/2007)

Mai 01

Dicas APRS

APRS é Automatic Position Reporting Sistem, em português “Sistema Automático de Reportagem de Posição”. É um sistema utilizado exclusivamente por Radioamadores em todo o mundo que da a posição geográfica, por exemplo, da sua casa, do seu veiculo, da sua moto, ou mesmo de sua pessoa.

Mais informações em: APRSBRASIL

Vídeos tutoriais em 3gp para assistir no seu celular:

APRS para que serve e como funciona

AGW primeira parte

AGW segunda parte

UI VIEW primeira parte

UI VIEW segunda parte

UI VIEW terceira parte

UI VIEW quarta parte

Minha interface é Tinytrak3plus

Participe do Conteste Nacional do NDGNDG